quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Perdi me

ninguem me cre,
alem da minha alma,
sentiria-me melhor no embalo da eternidade,
sou daqueles seres solitarios,
que não entende, não é entendido,
não a ninguem, nem nada,
não ha como fugir,
ela me seguira ate o ultimo suspiro
devo me então
unir a ela
esta doce solidão
e a unica compania q me cerca.
sou um em meio a multidão,
sou inverno,
sou noite,
sou cinza,
sem parada,
não tenhu caminhar,
pelo vento sou levada,
sou brisa,
sem chão,
sou estrada sem parada,
sou chuva em dia de sol,
miragem no deserto,
sou tudo,
sou nada.

1 comentários:

Mario Sergio disse...

Perfeito, Perla. Sinto essa solidão às vezes... Foi bem traduzida nesse poema.

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