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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
(dez)abafos
Pra ser franco... não gosto de filmes porque prefiro uma simples imagem, deixo a história dela por conta da minha mente. Pra ser franco, não gosto de romances, prefiro uma poesia, deixo o romance por trás dela em investigação minha mente. Pra ser franco, não gosto muito de coisas que são ditas boas. Ignoro-as e prefiro jamais vê-las. Prefiro as coisas ruins, me permito tirar delas as melhores coisas, me permito torná-la melhor, mesmo que apenas em meu conceito.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Palavras amavelmente ignoráveis
Voe o mais alto que puder,
e, perceba!
Ninguém está embaixo
Ninguém está por trás.
Tudo sempre começa quando você está sozinho.
brincando de ser abandonado
você é o próprio brinquedo.
E por começar sozinho
espera-se uma mudança que seja,
por mais que seja simples.
Sagaz é a chegada da sutileza
caminhando em minha direção
e de contrário a mim.
Porém,
O amor, o medo, o sentir e o estar na solidão.
um dia fogem
e me deixam sozinho
(acompanhado)
Com os meus cumprimentos, alguém e mais ninguém.
e, perceba!
Ninguém está embaixo
Ninguém está por trás.
Tudo sempre começa quando você está sozinho.
brincando de ser abandonado
você é o próprio brinquedo.
E por começar sozinho
espera-se uma mudança que seja,
por mais que seja simples.
Sagaz é a chegada da sutileza
caminhando em minha direção
e de contrário a mim.
Porém,
O amor, o medo, o sentir e o estar na solidão.
um dia fogem
e me deixam sozinho
(acompanhado)
Com os meus cumprimentos, alguém e mais ninguém.
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Contudo
Estamos conectados
pelo néctar que de tudo concentra,
que de tudo conhece,
sobre as as conexões contigo,
sobre as canções cantadas
sobre as trovas trovadas
pelas carícias causadas.
pelo néctar que de tudo concentra,
que de tudo conhece,
sobre as as conexões contigo,
sobre as canções cantadas
sobre as trovas trovadas
pelas carícias causadas.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Canção das conchas
Saudações, canção formosa!
você, que possante arrepio causa
ao mais distante dos tecidos.
o mais forte dos suspiros.
Permita-me falar, cosmos suave,
que me transfigura em nave
a nove passos de um cometa
que leva-me ao teu planeta.
Tudo isso porque, querido,
você está em cada tique-taque,
E, por um motivo algum
você está em cada tum tum.
você, que possante arrepio causa
ao mais distante dos tecidos.
o mais forte dos suspiros.
Permita-me falar, cosmos suave,
que me transfigura em nave
a nove passos de um cometa
que leva-me ao teu planeta.
Tudo isso porque, querido,
você está em cada tique-taque,
E, por um motivo algum
você está em cada tum tum.
domingo, 6 de abril de 2014
Marciano
Casas cantam em coro,
dados deitam endiabrados
Sorte? Satã? Satírico?
Relativo, real ou racional?
Que cara é essa?
Não entendeu?
Sou mesmo assim,
sou mesmo incompreensível.
dados deitam endiabrados
Sorte? Satã? Satírico?
Relativo, real ou racional?
Que cara é essa?
Não entendeu?
Sou mesmo assim,
sou mesmo incompreensível.
segunda-feira, 10 de março de 2014
Raciócio
Pensar.
Eia, pois,
a melhor arma,
e a pior das ruínas
Amar,
essa, pode ser,
na maior eventualidade
Qualquer coisa, qualquer e coisa.
Decidir
poderia resolver,
também eventualmente,
qualquer coisa, mas não, não!
Sofrer?
Esse bem poderia
ser fruto único dos três amigos,
ser pior inimigo da árvore que o gera.
Cansar?
Esse, pois vem,
com toda a certeza,
após os três amigos e sua causa.
Eia, pois,
a melhor arma,
e a pior das ruínas
Amar,
essa, pode ser,
na maior eventualidade
Qualquer coisa, qualquer e coisa.
Decidir
poderia resolver,
também eventualmente,
qualquer coisa, mas não, não!
Sofrer?
Esse bem poderia
ser fruto único dos três amigos,
ser pior inimigo da árvore que o gera.
Cansar?
Esse, pois vem,
com toda a certeza,
após os três amigos e sua causa.
quinta-feira, 6 de março de 2014
Dos termos tempestuais
Tempestade vai, vem.
Vem, vai, tempestade!
Ruim, bom?
Alguns não gostariam
Eu? Preciso!
Por obséquio, poderias tu,
voltar, bela tempestade?
Vem, vai, tempestade!
Ruim, bom?
Alguns não gostariam
Eu? Preciso!
Por obséquio, poderias tu,
voltar, bela tempestade?
terça-feira, 4 de março de 2014
E o Oceano de Deus.
"Os dias eram escaldantes, mas não é que o sol assolasse o lugar, deixando tudo mais intensivamente quente, e sim que os dias pareciam constantemente fritar sua paciência. Ele também era monótono e sem graça, mas não é que não houvesse nada a fazer, ou que não faltassem amigos ou coisas do tipo. A resposta mais adequada teria sido "Uma condição dada ao próprio ato de viver".
O dia-a-dia no colégio? Ah, esse mais parecia uma porta antiga, cantarolando ruídos e arranhando a paciência, até que esta chegasse a sangrar. Mas, já foi dito antes, assim como as ideias não correspondem aos fatos, minhas angustias não correspondem ao meu estado, afinal, lá haviam amigos, vidas, peixes e tudo que poderia dar, hipoteticamente, solução aos contrapontos.
Pessoas próximas? Essas , de certa forma, parecem rosnar e destilar seus fracassos à custas dos meus, e por quê? Sei lá, acredito que só pra se sentirem maiores, ou pra desmerecer minha coragem de ser eu mesmo. Qual a dificuldade de simplesmente não maquiar a realidade? Um rosto limpo é bem mais bonito que o alegórico e cheio de acessórios que em nada assessoram, só levam a uma realidade sintética, industrializada.
Resolver tudo isso? Acho que nunca chegarei a conseguir, até porque coisas passadas nunca poderão ser corrigidas, pelo simples fato de SEREM PASSADAS. Marcas sempre serão lembradas ou inscritas, sendo assim nunca esquecidas. Considerar isso bom ou ruim, vai de cada um, e eu sempre levarei cada marca como escudo pessoal, de tal modo que cada uma me lembrará uma situação, e, a partir de tais vivências, poderei acertar nas próximas, ou simplesmente não repetir os erros dos exemplos antigos."
— Espero que, com isso, eles consigam perceber que, a maior fraqueza de um jovem, é nunca ter conhecido o verdadeiro significado de crescer e olhar para o passado. — Disse, esperançosamente, Cordélia— Tudo terminará bem um dia, especialmente se o amor nos fisgar. Ah, o amor, ele tem o dom de facilitar um pouco as coisas, embora muitos tentem dificultá-lo ou destruí-lo.
O dia-a-dia no colégio? Ah, esse mais parecia uma porta antiga, cantarolando ruídos e arranhando a paciência, até que esta chegasse a sangrar. Mas, já foi dito antes, assim como as ideias não correspondem aos fatos, minhas angustias não correspondem ao meu estado, afinal, lá haviam amigos, vidas, peixes e tudo que poderia dar, hipoteticamente, solução aos contrapontos.
Pessoas próximas? Essas , de certa forma, parecem rosnar e destilar seus fracassos à custas dos meus, e por quê? Sei lá, acredito que só pra se sentirem maiores, ou pra desmerecer minha coragem de ser eu mesmo. Qual a dificuldade de simplesmente não maquiar a realidade? Um rosto limpo é bem mais bonito que o alegórico e cheio de acessórios que em nada assessoram, só levam a uma realidade sintética, industrializada.
Resolver tudo isso? Acho que nunca chegarei a conseguir, até porque coisas passadas nunca poderão ser corrigidas, pelo simples fato de SEREM PASSADAS. Marcas sempre serão lembradas ou inscritas, sendo assim nunca esquecidas. Considerar isso bom ou ruim, vai de cada um, e eu sempre levarei cada marca como escudo pessoal, de tal modo que cada uma me lembrará uma situação, e, a partir de tais vivências, poderei acertar nas próximas, ou simplesmente não repetir os erros dos exemplos antigos."
— Espero que, com isso, eles consigam perceber que, a maior fraqueza de um jovem, é nunca ter conhecido o verdadeiro significado de crescer e olhar para o passado. — Disse, esperançosamente, Cordélia— Tudo terminará bem um dia, especialmente se o amor nos fisgar. Ah, o amor, ele tem o dom de facilitar um pouco as coisas, embora muitos tentem dificultá-lo ou destruí-lo.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Calmo dia turbulento
Lá fora o dia está lindo
Aqui dentro, uma tempestade anseia
Um furacão ruge ao horizonte,
Trovões arranham o céu em revolta
O ambiente hostiliza mais e mais
para cada segundo que passa.
O mar conturbado já parecia tocar o céu
e os trovões, enfurecidos,
já eram das nuvens o véu
De repente, um toque único
Os trovões correram, fugiram
ainda tropeçaram no meio do caminho,
nada sério que impedisse a saída
O mar silenciou, em respeito
prostrou-se e venerou calmamente
ainda abriu caminho para que ele passasse
aquele mundo interior era inteiramente dele.
Do lado de fora, uma nova tempestade,
Do lado de dentro, a calmaria reinava
Do lado de fora, te tenho
Do lado de dentro, sou todo seu.
Aqui dentro, uma tempestade anseia
Um furacão ruge ao horizonte,
Trovões arranham o céu em revolta
O ambiente hostiliza mais e mais
para cada segundo que passa.
O mar conturbado já parecia tocar o céu
e os trovões, enfurecidos,
já eram das nuvens o véu
De repente, um toque único
Os trovões correram, fugiram
ainda tropeçaram no meio do caminho,
nada sério que impedisse a saída
O mar silenciou, em respeito
prostrou-se e venerou calmamente
ainda abriu caminho para que ele passasse
aquele mundo interior era inteiramente dele.
Do lado de fora, uma nova tempestade,
Do lado de dentro, a calmaria reinava
Do lado de fora, te tenho
Do lado de dentro, sou todo seu.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Cordis Locum
Boa noite, pessoa!
Haveria aí, espaço suficiente,
para um coração que,
incondicionalmente te ama?
Teria também, espaço para estadia
de tempo indeterminado?
É que preciso de um lugar assim,
aconchegante, confortável, feliz!
Se não for pedir muito,
poderia me abraçar mais uma vez?
É que o mundo é complicado
destruidor e perdido em pecado
Não obstante teu abraço me salva,
eleva a outro patamar
Protegido para te proteger sempre
Longe do mau lá longe, abaixo de nós!
Haveria aí, espaço suficiente,
para um coração que,
incondicionalmente te ama?
Teria também, espaço para estadia
de tempo indeterminado?
É que preciso de um lugar assim,
aconchegante, confortável, feliz!
Se não for pedir muito,
poderia me abraçar mais uma vez?
É que o mundo é complicado
destruidor e perdido em pecado
Não obstante teu abraço me salva,
eleva a outro patamar
Protegido para te proteger sempre
Longe do mau lá longe, abaixo de nós!
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Isaac
À medida que os feixes de luz, vindouros de refletores posicionados equidistantes no decorrer do viaduto formavam ritmadas corridas de luz por sua perna, o garoto devaneava sobre recorrentes situações que ocorrem e ocorreram outrora. Castelos padronizados e mentirosos eram edificados a partir da luz que se remodelava após a inevitável vertigem, transe?
Todas as vezes em que ele tentara encaixar-se aos padrões, haviam falhado. Como se houvesse algo diferente, não no mundo, mas nele mesmo. Pensando, algumas vezes, já se questionara até das cores que imaginara ter definido corretamente. Quem, pois, garantiria que não apenas ele vê o amarelo como azul? Não em perspectiva patológica, como daltonismo, mas em questões intrínsecas.
Tais padrões, traziam-no um incômodo demasiado a ponto de, então, passar a sentir-se como um escorpião pronto para apunhalar-se quando tudo o que restasse fosse entediante, igual, de mesma cor, mesmo gosto, mesma atitude, mesmo sentimento egoísta, mesmo cortar de asas de sempre, mesma prepotência recorrente, mesmos crimes meta-humanos sem precedentes. Ao menos, o que correria a partir de então em seu sangue e fim de vida seria seu. Seria verdadeiro. A menos que ele mesmo fosse uma mentira para si próprio.
Desistir de esperar? Continuar pra ver o que muda? A curiosidade tornara-se de dois, apenas um: melhor amigo ou maior inimigo? Definir isso, por um momento não importava, afinal, certo dia, o destino lhe prometera mostrar quando não valeria mais a pena. Bastava, pois, a comunicação com a alma do mundo para que o próprio universo respondesse a questões externas, nunca internas, por tratar-se de um novo (outro) universo, nunca desvendado por ele.
Do lado de fora daquela loucura, o garoto, o homem, o idoso ou qualquer que seja a denominação que lhe fora adjetivada pelo decorrer de alguns poucos anos, sofria de um ataque cardíaco. Todos do veículo público atentaram para o problema e tentaram socorrê-lo, que caia lentamente através do corredor metálico. O que eles não sabiam é que ninguém externo poderia salvá-lo, e que seus conceitos padrões de salvação poderiam não ser o melhor para o dado impasse.
Correndo, descontrolado e vigoroso contra o tempo que, em contrapartida parecia estar demasiado lento, sentira-se contraditório. Pelo que estava a correr? Havia mesmo algum motivo para célere tentativa? Afinal, o que havia para tentar????
Chegando, finalmente, com o suor recobrindo toda a tez, viu na corrente rompida, marcas que o remetera alguns trechos do que havia chamado "vida pessoal". Mas o que significava toda aquela ornamentação? Sequer haviam hipóteses, não obstante decidiu erguê-las e uni-las, tentando encontrar sentido em uma única imagem desconhecida que havia exatamente no ponto de ruptura da corrente em suas mãos.
Ao unir as duas partes, em devaneio, ele encontrara o sentido de toda aquela desordem que o rodeara por anos. Em realidade, estava morto nas mãos de um paramédico. Goste você disso ou não!
sábado, 15 de setembro de 2012
Utopia
Sina minha,
vem a ser a utopia,
desdenho verdades,
me impondo mentiras,
perdi o senso da realidade,
vivo em meio a fantasias...
Fantasias das quais me apego,
A mentira abraço, a verdade eu renego,
Empatia coletiva de um eu singular,
A noção do plural humano vejo se acabar...
A venda que tenho sobre os olhos,
Não bloqueia-me a visão,
Mas dá-me vista de um mundo de ilusão.
Meus horizontes são perfeitos, são tolos...
Tolos a ponto de me iludir,
Fazer uma nova realidade surgir,
Perdido em pensamentos fora do normal,
Pensamentos que desafiam a lógica do mundo real...
Mas não entendo, que lógica seguir?
A que me mostra o real,
A que me torna feliz por me iludir?
Confesso, temo o mundo factual....
Dúvidas ou indagações?
Almas, espíritos e certezas,
Cérebros, mentes ou corações?
Nas questões residem a beleza...
Incerto das certezas a mim impostas,
me embaraço à realidade que desagrada,
É a ilusão quem te apunhala pelas costas,
E o mundo real: só um jogo de tudo ou nada...
Desde as crianças que dormem,
Até a mais velha lembrança,
Um único sonho os consomem,
E os levam pelo vale da esperança...
A esperança que tinha de ser feliz,
de ser amado(a);
me fora destruído, quando ainda jovem era,
e quando inocente era,
mas quando cresci, pensava eu que o mundo
que eu via e vivia antes,
ainda seria da mesma forma...
Mais me iludi por muitas vezes,
em amar alguém,
e simplesmente eu era apenas uma peça,
desse doce jogo amargo da vida...
Eu queria muito voltar a ser criança,
e reviver minha utopia...
Ter minha inocência de volta,
e acreditar que tudo pode ser melhor...
Em uma grande utopia,
Uma nova realidade surgia,
Em uma nova visão,
Me mostra um mundo de ilusão.
Autores:
Perla, Jefferson, Israel, Evandro, Wisley, Grazieli,
Marcos
Marcadores:
┼ Evandro ┼,
FISK,
Israel Soares,
Jerfferson Araújo,
Perla
domingo, 19 de agosto de 2012
Melancolia da ninfa...
Possua tudo que é meu,
Dou-te minha vida...
Faz de mim o que bem entendes,
Dou-te autoria...
Trato-me apenas de mais um,
Mais um sem desejos,
Mais um sem carinho e sentimentos
Mais um que jamais soube o significado de vida!
Peço-te, levanta-me!
Preciso aprender mais sobre tudo.
Preciso de ti para entender.
Guia-me com teus dedos longos,
Por todos és mal-visto.
Porém não por mim.
Mostre-me os desejos da carne.
Não quero ser mais um a não desfrutá-lo,
Faz-me sentir tudo de que posso.
Afinal tenho esse direito.
Mas afinal, o que estou fazendo?
Tudo diz-me a seguir o dogma,
Tudo que foi criado por um tempo sombrio,
Tudo que foi criado à sete chaves,
Tudo que me foi escondido.
Por favor, compreenda-me
E minha confusão...
Preciso que me guies na tua escuridão,
Para no fim, constatar...
Vivemos em um mundo que não existe...
domingo, 12 de agosto de 2012
Proteja-me!
Sinto meu coração bater forte...
O que estou fazendo aqui?
Quem sou?
Sempre destilei um sentimento trivial...
Perdido em incerteza,
Enganado por você e pelo destino,
O vento gelado que atravessa,
É forte, muito forte...
Dilacera, quebra, corrói,
Dissipa a barreira de calor que me envolve
Até quando seu calor me manterá vivo?
Porque você está me deixando ser consumido?
Porque deixas o frio chegar em mim?
A aura de calor com que me protegias,
Está cedendo... Me deixando..
E eu não quero estar vivo para ver o fim disso!
O que estou fazendo aqui?
Quem sou?
Sempre destilei um sentimento trivial...
Perdido em incerteza,
Enganado por você e pelo destino,
O vento gelado que atravessa,
É forte, muito forte...
Dilacera, quebra, corrói,
Dissipa a barreira de calor que me envolve
Até quando seu calor me manterá vivo?
Porque você está me deixando ser consumido?
Porque deixas o frio chegar em mim?
A aura de calor com que me protegias,
Está cedendo... Me deixando..
E eu não quero estar vivo para ver o fim disso!
sexta-feira, 20 de julho de 2012
A maçã...
A
angústia fez de meu espírito um selo
Perdi
por completo meus sentidos,
Nada
pra mim mais importa, senão a morte
Eu não tenho medos humanos
Eu não tenho medos humanos
Sequer
medo de humanos
Em meio à tantas dúvidas,
Em meio à tantas dúvidas,
Cheguei
a pensar em meio à paraísos
Que
tristeza era algo que não se podia sentir,
Algo
perdido, reservado à poucos,
Um
sublime e inspirador sentimento
Agradeço
por tê-lo, estrela da manhã...
Sua
luz alcança-me preenchendo-me
Tornando
meu coração caído,
Embora
não próximo ao que conseguiste descer
É
hoje grande imperador,
Dominas
tudo que há de oculto...
Abres
pensamentos fluidos,
És
a maçã do conhecimento
Perfeição,
liberdade, poder!
E
o toque de anos mundanos
Fazem-me
crer mais ainda em que destino,
Em
que destino devo ter, preso em teu labirinto
Abraçado
pelo silêncio, até que a morte nos separe.
Minh’alma está sem movimento agora, sem força
Nada se ouve, nada se vê
Cantando baixinho em meio aos gritos que me rodeiam
Minh’alma está sem movimento agora, sem força
Nada se ouve, nada se vê
Cantando baixinho em meio aos gritos que me rodeiam
Encontrado
na perdição
Vivo
na morte,
Poderoso
em derrotas,
Elevado
em meio a quedas,
Assim
posso ser definido....
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Sanidade
Te ter diante de mim...
Guerra interior, impulso?
Te ter comigo,
Um sonho a nunca mais despertar,
te ver partir,
desespero, coração desconfortável, solidão?
Tudo por um único motivo...
Suas palavras me levam à tranze,
Seu olhar me guia para fora de mim...
Imagino-me, estou sendo coerente?
Estou em mim?
Sou seu?
Pelo simples fato de ter-te sempre em mente,
não consigo pensar em negar.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Útil ao teu reino
Mesa pronta, Ritual completo
Sobre a mesa, está uma imunda alma,
Tristeza erradia de sua pele
Parece abraçar a escuridão,
acariciar a tristeza em seu interior.
Sobre amesa, seus pensamentos fúteis,
suas idéias inuteis e toda sua vida.
O toque insano do despreso,
O beijo ingrato do esquecimento,
Sua alma sempre sentira
Sobre a mesa, ele espera,
pede sem ao menos falar,
implora, deseja que sua alma seja útil
Bem como nunca tivera sido,
Que sua alma seja sacrificada.
Diante da mesa, o carrasco
Prepara a adaga negra,
que virá a corroer sua alma,
em suas ultimas instancias.
Tomada por um frio na barriga,
sente enfim o toque da sua liberdade
Sua alma terá finalidade,
Servirá ao consolador,
companheiro das mais felizes horas de tristeza.
Sobre a mesa, o sangue escorre,
bem como todos sentimentos e toda sua vida,
Que não se sabe ao certo ter existido,de fato
Sobre a mesa, a podre alma,
Sobre a mesa, a minha alma.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Amaranto, protegei-me e aos meus sentimentos
Oh Rei da noite, estrela da manhã,
selai meus sentimentos,no mais fundo calabouço.
Proteja-o, castigue-os se for de vossa vontade
Defendei todos com sentinelas flamejantes
De modo que apenas o verdadeiro sentimento o alcance.
Oh Rei da noite, silencioso vento
Em troca de meus sentimentos aprisionados,
Pesso-lhe, conceda-me vossos frios olhares,
fazei-me frio e digno de vosso apreço,
Deixa-me apenas os sombrios sentimentos.
Oh Rei da noite, Rebelde dos anjos.
Perdoai o verdadeiro sentimento que consiga recuperá-los
Se houver algum capaz
Apartir de agora, para todo sempre,
até o último suspiro de minha alma,
tomai posse dos meus sentimentos...
domingo, 7 de agosto de 2011
A mesa do sacrifício
De manto negro, me guias...
guia-me a meu leito de sacrificio,
Velas são acesas, um circulo flamejante se forma no chão
seus olhos vermelhos, em meio sombra em sua face
se mantêm fixos a mim.
Não sou preso a nada, me mantenho imóvel...
espero ser sacrificado, morto,
espero que cada gota de sangue derramada de mim
seja recompensa aos que não compreenderam-me,
que eu seja um sacrificio ao seu ódio.
Sinto uma lâmina a me cortar,
chegando ao meu peito, exitando continuar,
olho para seu rosto, agora se mostrando abalado,
eleva a mão ao rosto, removendo o capuz
revela me sua façe...
Trata-se de mim mesmo,
uma pequena lagrima percorre-lhe o rosto,
e me diz que todo fim,
tem correspondência a um novo começo,
sinto me perdendo os sentidos, o sangue percorre meu peito,
Sim! estou morto!
guia-me a meu leito de sacrificio,
Velas são acesas, um circulo flamejante se forma no chão
seus olhos vermelhos, em meio sombra em sua face
se mantêm fixos a mim.
Não sou preso a nada, me mantenho imóvel...
espero ser sacrificado, morto,
espero que cada gota de sangue derramada de mim
seja recompensa aos que não compreenderam-me,
que eu seja um sacrificio ao seu ódio.
Sinto uma lâmina a me cortar,
chegando ao meu peito, exitando continuar,
olho para seu rosto, agora se mostrando abalado,
eleva a mão ao rosto, removendo o capuz
revela me sua façe...
Trata-se de mim mesmo,
uma pequena lagrima percorre-lhe o rosto,
e me diz que todo fim,
tem correspondência a um novo começo,
sinto me perdendo os sentidos, o sangue percorre meu peito,
Sim! estou morto!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Em busca do nada
Eu sou um homem morto,
sempre sozinho,
Caminhando sobre o passado
estou preso à ele, selado.
Sim, sou um homem morto,
mas não ligo, ao menos acho que não.
Não sei o que procuro...
alegrias?, concórdia?, perdão...
Sou só um homem morto,
Seguindo em direção do abismo,
procuro-o sem cessar,
meu mais profundo desejo,
atirar-me em seu nada,
deixar me entregar por sua escuridão
Ainda mais certo,
Sou só mais um homem morto,
e não ligo, desejo ficar sozinho,
Sempre a caír no abismo do submundo.
cair sempre, e sempre,
me entregar ao nada.
Por que eu desejo.
Desejo ser mais um entre o nada,
deixar-me entregue,
até que no fim do abismo,
Meu fim mostre-me sua face.






